Tinha uma coisa para dizer, mas esqueci-me o que era... nevermind.
Sunday, May 27, 2007
Conformação
E todos os dias, as pessoas são abusadas pelo seu governo de formas mais ou menos directas, e todos os dias as pessoas apenas suspiram , o que é que se há-de fazer? Sempre fui ensinado que não podia fazer nada, sempre fui ensinado a desejar uma vida comum. Todas as minhas investidas para a mudança são abafadas por uma força enorme. Ninguém quer mudar o que está errado. A diferença entre os maus e os menos maus é o quanto abusam do que está errado. Não há gente boa, não há quem lute para que as coisas estejam melhores.
Bem.. só estou a tentar dar coragem a quem quer mudar as coisas. Estou disposto a conversar com quem tenha ideias, ou com quem queira ouvir as minhas. Não há pouco por mudar, e não há poucas soluções. Se ainda não reparam o nosso sistema actual está a tender para a nossa auto-destruição, vocês sabem que é verdade. Pode levar muito tempo, mas quanto mais tempo leva, mais sofremos. Isto pode tudo ser mudado. Isto pode tudo ser evitado.
Há formas de mudar o governo. Há imensos cientistas ocupados a fazer estudos de porque é que gostamos mais de alfarrobas do que os espanhóis. Na minha opinião, a robótica já está mais que avançada o suficiente para produzir alimentos em massa, plantá-los, cuidar deles, com pouca intervenção humana... Os baixos custos de produção dariam baixos custos de venda. Melhoraria toda a alimentação do país, do mundo. O problema nisto é os outros agricultores ficarem sem as suas vendas... Uma vez que a competição era muito maior ( preços muito menores). Outro problema é que alguém estaria à frente disto, e uma vez que todos os competidores estivessem falidos, havia o momento do confronto dessa pessoa consigo mesma, e aposto que o mal acabaria por ganhar. Os preços voltariam a subir, pois essa pessoa teria o monopólio. Isto é tudo pensado na boa fé das pessoas. Na vontade de fazer o bem.
Enfim, esta da agricultura é apenas uma ideia.
Isto vem de ontem, ver as pessoas nos países árabes a sofrerem as consequências de uma guerra que ninguém lá tem vontade de parar. Porque se todas as pessoas pararem de lutar, os "warlords" não têm mão-de-obra. Se toda a gente está a viver mal sob um ditador, ou mesmo um presidente ou governo, o poder do povo é o poder do povo.
* Volta-se para o outro lado.. mete a cabeça nas mãos.. * porque é que nunca mais aprendemos? Sim, porque eu também só falo, *ainda* não faço nada. Mas já estou a pensar nisso. E a falar nisso. É já o próximo passo.
Bem.. só estou a tentar dar coragem a quem quer mudar as coisas. Estou disposto a conversar com quem tenha ideias, ou com quem queira ouvir as minhas. Não há pouco por mudar, e não há poucas soluções. Se ainda não reparam o nosso sistema actual está a tender para a nossa auto-destruição, vocês sabem que é verdade. Pode levar muito tempo, mas quanto mais tempo leva, mais sofremos. Isto pode tudo ser mudado. Isto pode tudo ser evitado.
Há formas de mudar o governo. Há imensos cientistas ocupados a fazer estudos de porque é que gostamos mais de alfarrobas do que os espanhóis. Na minha opinião, a robótica já está mais que avançada o suficiente para produzir alimentos em massa, plantá-los, cuidar deles, com pouca intervenção humana... Os baixos custos de produção dariam baixos custos de venda. Melhoraria toda a alimentação do país, do mundo. O problema nisto é os outros agricultores ficarem sem as suas vendas... Uma vez que a competição era muito maior ( preços muito menores). Outro problema é que alguém estaria à frente disto, e uma vez que todos os competidores estivessem falidos, havia o momento do confronto dessa pessoa consigo mesma, e aposto que o mal acabaria por ganhar. Os preços voltariam a subir, pois essa pessoa teria o monopólio. Isto é tudo pensado na boa fé das pessoas. Na vontade de fazer o bem.
Enfim, esta da agricultura é apenas uma ideia.
Isto vem de ontem, ver as pessoas nos países árabes a sofrerem as consequências de uma guerra que ninguém lá tem vontade de parar. Porque se todas as pessoas pararem de lutar, os "warlords" não têm mão-de-obra. Se toda a gente está a viver mal sob um ditador, ou mesmo um presidente ou governo, o poder do povo é o poder do povo.
* Volta-se para o outro lado.. mete a cabeça nas mãos.. * porque é que nunca mais aprendemos? Sim, porque eu também só falo, *ainda* não faço nada. Mas já estou a pensar nisso. E a falar nisso. É já o próximo passo.
Thursday, May 10, 2007
Wednesday, May 02, 2007
Verdadeiro _____
Estavam ambos os cães a passear-se pela rua, quando começou a chover. Então voltaram para casa. No entanto, quem os deixara sair havia fechado o portão. Um deles conseguia saltar o muro, e fe-lo, mas o outro não. Então ficou fora à espera que alguém abrisse o portão. O outro, lá dentro abrigado da chuva, viu o seu amigo preso lá fora, e então foi para perto do portão e deitou-se à chuva. O que tu sofreres, eu sofrerei contigo.
Os meus cães fazem das coisas mais espectaculares.
(Não leiam isto se estiverem com o sentimento de calor por dentro..
É claro que no outro dia também os apanhei a enrabarem-se... Mas também há falta de cadelas aqui... É tipo prisão :P)
Os meus cães fazem das coisas mais espectaculares.
(Não leiam isto se estiverem com o sentimento de calor por dentro..
É claro que no outro dia também os apanhei a enrabarem-se... Mas também há falta de cadelas aqui... É tipo prisão :P)
Sunday, April 22, 2007
100 e tal nabos
Sim, cento e tantos visitantes ao meu blog, para ver um idiota (no bom ou mau sentido, como quiser) e para celebrar esta magnífica ocasião, decidi iniciar outro blog. Este será ainda o mais usado por mim para os desgastes espirituais e descargas enérgicas e emocionais que tenha, por isso não temam.
Queria também agradecer os comentários das 3 ou 4 pessoas que comentaram :P e mostrar às outras pessoas que não mordo. Se ponho as minhas ideias na net é para obter uma resposta. Este blog não é um depósito apenas, mas também uma sondagem. Pronunciem-se contra mim, insultem-me.
Oh, vá lá, eu até mereço...
Queria também agradecer os comentários das 3 ou 4 pessoas que comentaram :P e mostrar às outras pessoas que não mordo. Se ponho as minhas ideias na net é para obter uma resposta. Este blog não é um depósito apenas, mas também uma sondagem. Pronunciem-se contra mim, insultem-me.
Oh, vá lá, eu até mereço...
Tuesday, April 17, 2007
Já alguém te viu?
Tem calma, não comeces já a fugir ou a lançar piadas nervosas.. Já alguém te viu? Já alguém te conheceu? Tu conheces-te ao menos? Faz-te apenas a pergunta: Alguém sabe quem és? Não quem és, mas quem és.
Quando corro, o vento dobra-se e a luz brilha apenas no meu caminho. Quando luto, os meus inimigos atacam-me e a minha espada não se mancha. Quando sofro, as lágrimas doem-me, mas o sangue, esse dá-me a vida nas mãos. Quando te vejo, o conceito de céu e inferno juntam-se nesta amálgama de sensações onde a sorte e o azar de existir coexistem. Quando durmo, os anjos olham por mim enquanto os demónios brincam com a minha alma. Quando acordo, rasgo um buraco no céu por onde traço o meu caminho. Quando como, o mundo jorra-me pela garganta, e sabe-me a pouco. Sou uma força da natureza, sou a apatia eterna aos teus movimentos.
Estou a ganhar força, e inércia, e ímpeto, e em breve todas as tuas paredes não me poderão deter. Todas as tuas mãos não me poderão agarrar. Enfio a mão na terra e acaricio-a como minha filha, como minha mãe, como minha vítima, como minha predadora.
Quando corro, o vento dobra-se e a luz brilha apenas no meu caminho. Quando luto, os meus inimigos atacam-me e a minha espada não se mancha. Quando sofro, as lágrimas doem-me, mas o sangue, esse dá-me a vida nas mãos. Quando te vejo, o conceito de céu e inferno juntam-se nesta amálgama de sensações onde a sorte e o azar de existir coexistem. Quando durmo, os anjos olham por mim enquanto os demónios brincam com a minha alma. Quando acordo, rasgo um buraco no céu por onde traço o meu caminho. Quando como, o mundo jorra-me pela garganta, e sabe-me a pouco. Sou uma força da natureza, sou a apatia eterna aos teus movimentos.
Estou a ganhar força, e inércia, e ímpeto, e em breve todas as tuas paredes não me poderão deter. Todas as tuas mãos não me poderão agarrar. Enfio a mão na terra e acaricio-a como minha filha, como minha mãe, como minha vítima, como minha predadora.
Sunday, March 25, 2007
Chama
Não, não tenho de estar feliz, ou bem disposto.
Sim, posso comportar-me como uma criança à vontade.
Não as minhas ideias não são coerentes.
Sim, vou continuar a tê-las.
E se fizeres braço de ferro comigo, o facto de levares a minha mão abaixo apenas me fará ganhar de novo. As tuas convicções são o meu objectivo. Fazer-te tremer por dentro é o meu sucesso.
Os meus devaneios, quando me deixam correr à solta pelo campo do verbal ao gestual, do político ao filosófico, do ideal ao prático, são a minha arma. A minha mente torcida e atrofiada por anos de isolamento são a minha força. O meu desgosto e inconformismo são a minha tortura permanente, são a ferida aberta que não me deixa esquecer quem sou. Nunca verás alguém ficar tão alegre ao perder como eu. A dor que me causares apenas aliviará aquela que já sentia. Será um alívio. Se pudesse bater-te enquanto te mostro quem sou, podia ter um suporte visual para a minha destruição.
Estou aqui para te abalar. Para te desconcertar. Para te destruir.
Estou aqui para, nas ruínas do teu molde, encontrares a tua essência.
Estou aqui para a libertar. E ao fazê-lo não ficarei satisfeito. Há milhões como tu que ainda tenho pela frente. O meu objectivo nunca terá fim. Principalmente porque me tomarás sempre como louco.
Enquanto não fores surdo, não conseguirás evitar de te perguntar se este louco tem razão em algo do que diz...
...ahahahahahahhh... Este louco tem uma injecção de adrenalina das vibrações que a tua mente emite na sua frequência de corte... segundos antes de ceder...
Não acredito em nada. Consegues isso? Não acredito.
Sim, posso comportar-me como uma criança à vontade.
Não as minhas ideias não são coerentes.
Sim, vou continuar a tê-las.
E se fizeres braço de ferro comigo, o facto de levares a minha mão abaixo apenas me fará ganhar de novo. As tuas convicções são o meu objectivo. Fazer-te tremer por dentro é o meu sucesso.
Os meus devaneios, quando me deixam correr à solta pelo campo do verbal ao gestual, do político ao filosófico, do ideal ao prático, são a minha arma. A minha mente torcida e atrofiada por anos de isolamento são a minha força. O meu desgosto e inconformismo são a minha tortura permanente, são a ferida aberta que não me deixa esquecer quem sou. Nunca verás alguém ficar tão alegre ao perder como eu. A dor que me causares apenas aliviará aquela que já sentia. Será um alívio. Se pudesse bater-te enquanto te mostro quem sou, podia ter um suporte visual para a minha destruição.
Estou aqui para te abalar. Para te desconcertar. Para te destruir.
Estou aqui para, nas ruínas do teu molde, encontrares a tua essência.
Estou aqui para a libertar. E ao fazê-lo não ficarei satisfeito. Há milhões como tu que ainda tenho pela frente. O meu objectivo nunca terá fim. Principalmente porque me tomarás sempre como louco.
Enquanto não fores surdo, não conseguirás evitar de te perguntar se este louco tem razão em algo do que diz...
...ahahahahahahhh... Este louco tem uma injecção de adrenalina das vibrações que a tua mente emite na sua frequência de corte... segundos antes de ceder...
Não acredito em nada. Consegues isso? Não acredito.
Saturday, March 24, 2007
E agora?
E agora? o que te vai acontecer? O que vais fazer agora que perdeste tudo? Agora que atingiste os teus objectivos? Agora que não consegues avançar mais?
O que vais fazer quando olhares à volta sem vontade de seguir qualquer caminho que seja?
O que vais fazer quando olhares à volta sem vontade de seguir qualquer caminho que seja?
Saturday, March 17, 2007
As boas alturas
Não importa quão bem estejamos na vida, quão felizes somos, há sempre alturas em que a nossa existência individual é humildada (será que tá bem escrito?). Numa escala mundial, quando vemos a pobreza, a doença, como nos sentimos impotentes perante o destino que (talvez) não nos calhou só por sorte.. Numa escala nacional, quando assistimos à morte de algum parente próximo, como gostaríamos de dar a nossa vida pela outra... e, numa nota mais leve, à escala pessoal, quando o candeeiro da rua se apaga quando passamos por baixo dele, qual memorando de um deus de que não nos deixa esquecermos o quão pequenos todos somos...
Obrigado por este momento.
Obrigado por este momento.
Wednesday, March 07, 2007
A melhor maneira de comer uma bolacha
A minha maneira preferida de comer uma bolacha (de água e sal, nunca testei com outras.. é capaz de funcionar, experimentem à vontade, acho que não se conseguem magoar a comer uma bolacha... por outro lado, tenham um kit de primeiros socorros ao lado, just in case) é de a encostar aos dentes, e começar a abrir e fechar os dentes, mordendo pequenas partes da bolacha(em forma de c, mas muito fininhos, que depois se partem na boca em pedaços mais pequenos) e ir avançando pela bolacha adentro. Uma falha desta técnica é que depois de ter feito isto à bolacha toda, ficamos com ela na boca sem saber o que fazer, porque já saboreámos tudo, e perde um bocado o interesse. No entanto descobri que com um sumo ao lado, esta parte pode tornar-se mais interessante. creme de fruta. eu sei que parece um pouco nojento, mas de outra forma é muito seco!
Se alguém tiver uma maneira melhor de comer uma bolacha, por favor informe-me, pois comer bolachas é quase uma maneira de viver para mim.
Se alguém tiver uma maneira melhor de comer uma bolacha, por favor informe-me, pois comer bolachas é quase uma maneira de viver para mim.
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