And I will face the gasping thirst of the desert And I will face the shaking storm of the seas And I will stare my enemy in the eyes With no fear in me Wether I or him hold the blade That burries one under the grave if I make it through I will not wait, I will not worry, I will not yearn, I will not long. I will exist through what I will just to be with you...
So await me in distant thoughts in your sleep or while you work, in your dreams or when you stop for a little while and keep moving on
If I make it through I will receive from you The greatest blessing of all The ability to feel...
Abro os olhos e vejo ruínas da minha vida.. Edifícios que levaram meses, anos, décadas a construir, destruídos em segundos... Chamas consumindo a minha vontade e nuvens cobrindo a minha mente... Uma existência a extinguir-se...
Mas com um toque teu, o teu toque majestoso e humilde...
uma simples noção da tua presença, o cheiro do teu perfume, o teu reflexo no vidro, o som dos teus passos...
E volto para aqui... para o teu lado... O único sítio onde estou bem...
Só tu me trazes de volta daquele sítio... Só tu és capaz... E nem tentas... Fica aqui comigo... Faz-me feliz...
Como serei quando for velho? O que terei aprendido? O que terei descartado da minha realidade? Serei amargurado ou bonzarrão? Irei para o parque da igreja ter com os meus congeraciâneos (isto não existe.) , como o meu avô fazia? Terei uma família tão unida como a dele? Terei crescido? Ou serei apenas como era em criança, como dizem que acontece? Dedicarei a minha velhice a ensinar os mais novos, ou deambularei nos meus pensamentos sem fim?
E tu, estarás ao meu lado?
PS: O desenho não ficou assim nada de especial... já tinha aqui há algum tempo. às vezes sinto-me velho. Principalmente quando vejo a sociedade a que não pertenço rodar à minha volta.
Tenho este pintado, mas ainda não o consegui scannar. Foi a minha primeira tentativa a desenhar o corpo feminino, pois para o corpo masculino podia usar-me como modelo, vivam os espelhos. Este, foi muita procura de imagens e uso de alguém para verificar como as coisas funcionam no outro sexo ;) Se conseguirem descobrir o porquê do nome, dou um chupa-chupa. Não dou dois porque no outro dia comi dois de seguida e fiquei enjoado... E claro, não quero isso para os meus queridos leitores.
Até podia chamar a este desenho Acção e Reacção. Podia chamar-lhe tudo, porque não quer dizer nada.
By the way, peço desculpa não ter colocado um poste ontem, e anteontem, acho eu, já fiquei todo confuso.. Fui ao baptizado do filho da minha prima. Muito bonito.
"I cry to the alleyways confess all to the rain but I lie lie straight to the mirror the one I've broken to match my face..."
You dont need to love yourself, but you should always know who you are. Once you do, hold on to it. Dont ever let go. Through all the fire. If you get to the other side, you'll find love for yourself. After all, you fought for yourself so hard, you deserve a little love.
São dois desenhos, um num lado da folha e outro noutro lado. Tive sorte que o de trás apareceu. Porque fi-lo com esse intuito. mas é mais facil de ver ao vivo no meu caderninho a5. se quiserem um dia passar por aqui, tou no manicómio José Freitas de Gondomar. Passem por la e digam que veem da parte do rei D. Joao Henriques. Já sou conhecido :P. Bem, deixo-me de estupidezes e deixo-vos com esta belíssima obra. Lol...não não, só axei piada a dizer belíssima obra. Lol outra vez.
Fujamos do que fizemos, tentemos espalhar esta habilidade fenomenal por outros sítios... Talvez um dia fiquemos encostados à parede e vejamos o que fizemos... E nessa altura, esperemos que não nos passe pela cabeça tudo o que destruímos para além de nós... Pois isso seria decerto um pensamento devastador
Atlas, o homem que segurava o céu. O nome também de uma música minha. Vou deixar de comentar os desenhos para não me dar ao trabalho. Isso não quer dizer que não gostava que voces o fizessem. De facto é por isso que escrevo. Como li um dia, "Não escrevas nada que não queres que alguém leia." Portanto, se escrevo, ...
Um dos melhores desenhos meus, pela sua dualidade. Só o descobri quando olhei para ele aquando daquele post sobre "como estava à espera que as coisas melhorassem a partir daqui". Até lá tinha sido a imagem de uma pessoa atacada vezes sem conta (os cortes, as luzes externas), o poder curativo da armadura (as luzes verdes e azuis internas) e a espada imaculada de nunca ter sido usada.
Depois disso passou a ser o pousar da armadura. O final da guerra sofrida. Adoro este desenho. Espero que gostem.
Não me posso deixar ir... não posso... isto é o que eu sou. para o bem ou para o mal, sou eu. Porque me querem arrancar de mim? Deixem-me ser. Abandonem-me se quiserem, mas não me levem de mim...
Enfim, a palavra que muita dor me traz, por tudo o que não digo estar nesta palavra... Enfim...
Cá está mais um. Gosto de ter liberdade de criar os meus efeitos. Gosto de pensar que há reacções assim no universo. E gostava de ver as outras que existem, as que estão longe demais para serem vistas... Aposto que são bonitas.
O segundo End of the Line. Como disse, os numeros não são para ser ligados. Não tenho propriamente desejo de ver isto a acontecer. Mas aposto que dava um bom espectaculo.
O fim da linha. End Of The Line. Não se espantem de ter o 2, fiz uns quantos deste estilo. Vão aparecer mais. E alguns números não existem. Se calhar punha-os todos juntos... Mas não dá porque o blog fica todo esquisito... Assim, aqui fica, a destruição de um planeta... Um olhar ao futuro da nossa existência... Das duas uma, ou vamos ser eliminados desta forma por seres extraterrestres que não vêm com bons olhos o rumo da nossa civilização (e com razão), ou em caso de ninguém nos impedir, nós a limparmos planetas para fazer espaço para uma Auto-Estrada Espacial... assim como hoje acontece com casas... Mais um bilião, menos um bilião, que importa?