Sim, cento e tantos visitantes ao meu blog, para ver um idiota (no bom ou mau sentido, como quiser) e para celebrar esta magnífica ocasião, decidi iniciar outro blog. Este será ainda o mais usado por mim para os desgastes espirituais e descargas enérgicas e emocionais que tenha, por isso não temam.
Queria também agradecer os comentários das 3 ou 4 pessoas que comentaram :P e mostrar às outras pessoas que não mordo. Se ponho as minhas ideias na net é para obter uma resposta. Este blog não é um depósito apenas, mas também uma sondagem. Pronunciem-se contra mim, insultem-me.
Oh, vá lá, eu até mereço...
Sunday, April 22, 2007
Tuesday, April 17, 2007
Já alguém te viu?
Tem calma, não comeces já a fugir ou a lançar piadas nervosas.. Já alguém te viu? Já alguém te conheceu? Tu conheces-te ao menos? Faz-te apenas a pergunta: Alguém sabe quem és? Não quem és, mas quem és.
Quando corro, o vento dobra-se e a luz brilha apenas no meu caminho. Quando luto, os meus inimigos atacam-me e a minha espada não se mancha. Quando sofro, as lágrimas doem-me, mas o sangue, esse dá-me a vida nas mãos. Quando te vejo, o conceito de céu e inferno juntam-se nesta amálgama de sensações onde a sorte e o azar de existir coexistem. Quando durmo, os anjos olham por mim enquanto os demónios brincam com a minha alma. Quando acordo, rasgo um buraco no céu por onde traço o meu caminho. Quando como, o mundo jorra-me pela garganta, e sabe-me a pouco. Sou uma força da natureza, sou a apatia eterna aos teus movimentos.
Estou a ganhar força, e inércia, e ímpeto, e em breve todas as tuas paredes não me poderão deter. Todas as tuas mãos não me poderão agarrar. Enfio a mão na terra e acaricio-a como minha filha, como minha mãe, como minha vítima, como minha predadora.
Quando corro, o vento dobra-se e a luz brilha apenas no meu caminho. Quando luto, os meus inimigos atacam-me e a minha espada não se mancha. Quando sofro, as lágrimas doem-me, mas o sangue, esse dá-me a vida nas mãos. Quando te vejo, o conceito de céu e inferno juntam-se nesta amálgama de sensações onde a sorte e o azar de existir coexistem. Quando durmo, os anjos olham por mim enquanto os demónios brincam com a minha alma. Quando acordo, rasgo um buraco no céu por onde traço o meu caminho. Quando como, o mundo jorra-me pela garganta, e sabe-me a pouco. Sou uma força da natureza, sou a apatia eterna aos teus movimentos.
Estou a ganhar força, e inércia, e ímpeto, e em breve todas as tuas paredes não me poderão deter. Todas as tuas mãos não me poderão agarrar. Enfio a mão na terra e acaricio-a como minha filha, como minha mãe, como minha vítima, como minha predadora.
Sunday, March 25, 2007
Chama
Não, não tenho de estar feliz, ou bem disposto.
Sim, posso comportar-me como uma criança à vontade.
Não as minhas ideias não são coerentes.
Sim, vou continuar a tê-las.
E se fizeres braço de ferro comigo, o facto de levares a minha mão abaixo apenas me fará ganhar de novo. As tuas convicções são o meu objectivo. Fazer-te tremer por dentro é o meu sucesso.
Os meus devaneios, quando me deixam correr à solta pelo campo do verbal ao gestual, do político ao filosófico, do ideal ao prático, são a minha arma. A minha mente torcida e atrofiada por anos de isolamento são a minha força. O meu desgosto e inconformismo são a minha tortura permanente, são a ferida aberta que não me deixa esquecer quem sou. Nunca verás alguém ficar tão alegre ao perder como eu. A dor que me causares apenas aliviará aquela que já sentia. Será um alívio. Se pudesse bater-te enquanto te mostro quem sou, podia ter um suporte visual para a minha destruição.
Estou aqui para te abalar. Para te desconcertar. Para te destruir.
Estou aqui para, nas ruínas do teu molde, encontrares a tua essência.
Estou aqui para a libertar. E ao fazê-lo não ficarei satisfeito. Há milhões como tu que ainda tenho pela frente. O meu objectivo nunca terá fim. Principalmente porque me tomarás sempre como louco.
Enquanto não fores surdo, não conseguirás evitar de te perguntar se este louco tem razão em algo do que diz...
...ahahahahahahhh... Este louco tem uma injecção de adrenalina das vibrações que a tua mente emite na sua frequência de corte... segundos antes de ceder...
Não acredito em nada. Consegues isso? Não acredito.
Sim, posso comportar-me como uma criança à vontade.
Não as minhas ideias não são coerentes.
Sim, vou continuar a tê-las.
E se fizeres braço de ferro comigo, o facto de levares a minha mão abaixo apenas me fará ganhar de novo. As tuas convicções são o meu objectivo. Fazer-te tremer por dentro é o meu sucesso.
Os meus devaneios, quando me deixam correr à solta pelo campo do verbal ao gestual, do político ao filosófico, do ideal ao prático, são a minha arma. A minha mente torcida e atrofiada por anos de isolamento são a minha força. O meu desgosto e inconformismo são a minha tortura permanente, são a ferida aberta que não me deixa esquecer quem sou. Nunca verás alguém ficar tão alegre ao perder como eu. A dor que me causares apenas aliviará aquela que já sentia. Será um alívio. Se pudesse bater-te enquanto te mostro quem sou, podia ter um suporte visual para a minha destruição.
Estou aqui para te abalar. Para te desconcertar. Para te destruir.
Estou aqui para, nas ruínas do teu molde, encontrares a tua essência.
Estou aqui para a libertar. E ao fazê-lo não ficarei satisfeito. Há milhões como tu que ainda tenho pela frente. O meu objectivo nunca terá fim. Principalmente porque me tomarás sempre como louco.
Enquanto não fores surdo, não conseguirás evitar de te perguntar se este louco tem razão em algo do que diz...
...ahahahahahahhh... Este louco tem uma injecção de adrenalina das vibrações que a tua mente emite na sua frequência de corte... segundos antes de ceder...
Não acredito em nada. Consegues isso? Não acredito.
Saturday, March 24, 2007
E agora?
E agora? o que te vai acontecer? O que vais fazer agora que perdeste tudo? Agora que atingiste os teus objectivos? Agora que não consegues avançar mais?
O que vais fazer quando olhares à volta sem vontade de seguir qualquer caminho que seja?
O que vais fazer quando olhares à volta sem vontade de seguir qualquer caminho que seja?
Saturday, March 17, 2007
As boas alturas
Não importa quão bem estejamos na vida, quão felizes somos, há sempre alturas em que a nossa existência individual é humildada (será que tá bem escrito?). Numa escala mundial, quando vemos a pobreza, a doença, como nos sentimos impotentes perante o destino que (talvez) não nos calhou só por sorte.. Numa escala nacional, quando assistimos à morte de algum parente próximo, como gostaríamos de dar a nossa vida pela outra... e, numa nota mais leve, à escala pessoal, quando o candeeiro da rua se apaga quando passamos por baixo dele, qual memorando de um deus de que não nos deixa esquecermos o quão pequenos todos somos...
Obrigado por este momento.
Obrigado por este momento.
Wednesday, March 07, 2007
A melhor maneira de comer uma bolacha
A minha maneira preferida de comer uma bolacha (de água e sal, nunca testei com outras.. é capaz de funcionar, experimentem à vontade, acho que não se conseguem magoar a comer uma bolacha... por outro lado, tenham um kit de primeiros socorros ao lado, just in case) é de a encostar aos dentes, e começar a abrir e fechar os dentes, mordendo pequenas partes da bolacha(em forma de c, mas muito fininhos, que depois se partem na boca em pedaços mais pequenos) e ir avançando pela bolacha adentro. Uma falha desta técnica é que depois de ter feito isto à bolacha toda, ficamos com ela na boca sem saber o que fazer, porque já saboreámos tudo, e perde um bocado o interesse. No entanto descobri que com um sumo ao lado, esta parte pode tornar-se mais interessante. creme de fruta. eu sei que parece um pouco nojento, mas de outra forma é muito seco!
Se alguém tiver uma maneira melhor de comer uma bolacha, por favor informe-me, pois comer bolachas é quase uma maneira de viver para mim.
Se alguém tiver uma maneira melhor de comer uma bolacha, por favor informe-me, pois comer bolachas é quase uma maneira de viver para mim.
Saturday, February 24, 2007
Desperdícios
Desde que tenho memória sempre fui "adepto" do benfica. Nunca fui muito de futebol. Às vezes vale a pena, os jogos que dão uma injecção de adrenalina a qualquer um. Costumam ocorrer nos jogos entre selecções. Nos últimos tempos, o único contacto que tinha com a minha equipa era perguntar no dia seguinte "quanto é que ficou o jogo ontem?".
Há uns dias houve o referendo sobre o aborto. Gosto de referendos, são mais o meu estilo de governo. Aí sim, o povo faz a lei. Mas só os fazem sobre o que querem, o que torna o referendo uma coisa rara. Além de que poucas vezes o referendo é convocado por razoes legislativas, visto que normalmente serve como uma sondagem de opiniões, sem resultados concretos excepto a opinião do povo, que apesar de registada é esquecida (até eu me esqueço cinco segundos depois de ver os resultados.).
O que não gostei no referendo sobre o aborto foi:
a) Campanhas de voto a favor ou contra. As pessoas não têm dúvida do que querem. Não têm. Só estão a causar confusão na cabeça, e isso é anti-democrático.
b) Abstenção. Será que estávamos todos assim tão ocupados? Ainda bem que encontrei o meu cartão de eleitor (também só o tenho há tão pouco tempo). Só mais um pouco, para este referendo servir de alguma coisa.Mas agora é tarde.
c) O que mais me chocou no final do referendo foi ver por exemplo, as filmagens da "FESTA DO NÃO" que apesar de terem perdido, estavam todos felizes porque não era vinculativo, tal como a "FESTA DO SIM" que apesar de nao ser vinculativo, ganharam. Ora o que estava em questão nestas festas não tinha um cabelo a ver com o aborto. Eu quando vi os resultados, não tive reacção para além de verificar os resultados. a reacção estava pre-programada. Se x ganhasse, sabia como seria a seguir. se y ganhasse, também sabia. O que estava em causa nestas festas era mais do que qualquer coisa os "partidos" (essas fenomenais instituições das quais eu tanto gosto) a revelarem a sua vitoria política neste referendo. Francamente, deixam-se levar assim? É uma democracia. Não se deve festejar nada. É uma opinião. Deve-se aceitar que se calhar estamos errados, ou que talvez estejamos certos. A verdade nunca é final. A verdade é um conceito criado, como a utopia ou a perfeição. A única coisa que é verdadeira ou utópica ou perfeita é o que não é controlado por nada. Algo maior que nós. Mas isso não tem nada a ver. Nem a quantidade de verdade adquirida aqui tem a ver. Só tem a ver a reacção como as pessoas encararam isto. Parecia que portugal tinha ganho o mundial. Aí sim, ia vir algum dinheirinho para o nosso país, alguma publicidade e algum prestígio (palavra à là gato fedorento).
Quando me dei conta do que sentia perante estas pessoas, tomei uma decisão.
Hoje não sou benfiquista. Se me perguntarem na rua di-lo-ei, "sou do benfica", porque é socialmente necessário. Mas não, não me interessa nada. Não me posso prender a um treinador, a um ou onze jogadores, a um presidente, a uma cor ou a um local. Se o benfica é de Benfica, então eu devia ser do portimonense. O que tenho a ver com um clube de que não tenho nada a ver? O que quero eu com estes jogos? O que apoio? uma cor? não, as cores mudam. Uma pessoa? ninguém fica lá a longo prazo, e qual é o objectivo da "adepção"? Apoiar a todo o prazo. Não é para mim apoiar uma coisa que nunca é a mesma. Apoio a selecção porque sou português, mas dou de bom grado a vitoria a quem jogar melhor que nós. Metia-me sempre raiva os "benfiquistas" que encontrava na rua, que depois de um jogo em que perdemos porque não jogámos nada (acontecem muitos, nestes tempos), e eu dizia "bem até merecemos, os outros jogaram melhor que nós, até porque nós não jogámos nada de jeito..." e a resposta era invariavelmente "O benfica nunca joga mal, o benfica ganha sempre." Montem uma igreja! ah, esquecam, já têm uma catedral... ou tinham...
Assim, deixei de ser adepto do benfica, para ser adepto de futebol. Ainda aprecio um bom jogo, mas são difíceis de encontrar. Apesar de todo o louvor, o jogo inglês é muito técnico, o jogo espanhol e português muito distraídos e mais não tenho interesse. Mas quando estas potências futebolísticas se concentram para se batalhar, quando a créme de la créme destas nações (a nível futebolístico) é convocada para travar tal batalha, aí sim. Até porque os ingleses são assim, e nós, e os espanhóis, somos assim, mas não conseguimos esta " harmonia " quando jogamos nas nossas ligas.
Aposto que é o texto sobre futebol mais esquisito que já leram. E não, não acredito que o apito dourado seja sobre futebol. Mais política? bah.. tou a ficar enjoado.
Entretanto começou um semestre novo neste maravilhoso curso. Desta feita, apresenta-se com cadeiras que finalmente começam a aparentar ser dignas de um curso de informática. Admito, matemáticas são muito importantes, a física num ramo de informatica já deixa de perder sentido, mas va la, temos que usar a matematica em qualquer lado... mas era necessario guardar o bom para o fim? Não admira que toda a gente se vá embora no primeiro ano... não há prospectos de melhora...Enfim, desabafos. Agora já tá.
Resistiremos, perduraremos, seguirei através de todos os obstáculos que se puserem diante de mim, e olharei para eles e analisá-los-ei sempre, de forma a melhor definir para onde sigo depois.Usarei a ajuda que me for oferecida, e agradecerei o conhecimento que me for fornecido. O conhecimento é tudo e nada neste mundo. Quanto mais sei, mais sei que não se sabe nada. Não é uma questão de "Eu só sei que nada sei", é uma questão de "Eu só sei que não se pode saber nada". Mas podemos tentar. É isso que somos. É isso pelo menos que eu quero que sejamos.
Há uns dias houve o referendo sobre o aborto. Gosto de referendos, são mais o meu estilo de governo. Aí sim, o povo faz a lei. Mas só os fazem sobre o que querem, o que torna o referendo uma coisa rara. Além de que poucas vezes o referendo é convocado por razoes legislativas, visto que normalmente serve como uma sondagem de opiniões, sem resultados concretos excepto a opinião do povo, que apesar de registada é esquecida (até eu me esqueço cinco segundos depois de ver os resultados.).
O que não gostei no referendo sobre o aborto foi:
a) Campanhas de voto a favor ou contra. As pessoas não têm dúvida do que querem. Não têm. Só estão a causar confusão na cabeça, e isso é anti-democrático.
b) Abstenção. Será que estávamos todos assim tão ocupados? Ainda bem que encontrei o meu cartão de eleitor (também só o tenho há tão pouco tempo). Só mais um pouco, para este referendo servir de alguma coisa.Mas agora é tarde.
c) O que mais me chocou no final do referendo foi ver por exemplo, as filmagens da "FESTA DO NÃO" que apesar de terem perdido, estavam todos felizes porque não era vinculativo, tal como a "FESTA DO SIM" que apesar de nao ser vinculativo, ganharam. Ora o que estava em questão nestas festas não tinha um cabelo a ver com o aborto. Eu quando vi os resultados, não tive reacção para além de verificar os resultados. a reacção estava pre-programada. Se x ganhasse, sabia como seria a seguir. se y ganhasse, também sabia. O que estava em causa nestas festas era mais do que qualquer coisa os "partidos" (essas fenomenais instituições das quais eu tanto gosto) a revelarem a sua vitoria política neste referendo. Francamente, deixam-se levar assim? É uma democracia. Não se deve festejar nada. É uma opinião. Deve-se aceitar que se calhar estamos errados, ou que talvez estejamos certos. A verdade nunca é final. A verdade é um conceito criado, como a utopia ou a perfeição. A única coisa que é verdadeira ou utópica ou perfeita é o que não é controlado por nada. Algo maior que nós. Mas isso não tem nada a ver. Nem a quantidade de verdade adquirida aqui tem a ver. Só tem a ver a reacção como as pessoas encararam isto. Parecia que portugal tinha ganho o mundial. Aí sim, ia vir algum dinheirinho para o nosso país, alguma publicidade e algum prestígio (palavra à là gato fedorento).
Quando me dei conta do que sentia perante estas pessoas, tomei uma decisão.
Hoje não sou benfiquista. Se me perguntarem na rua di-lo-ei, "sou do benfica", porque é socialmente necessário. Mas não, não me interessa nada. Não me posso prender a um treinador, a um ou onze jogadores, a um presidente, a uma cor ou a um local. Se o benfica é de Benfica, então eu devia ser do portimonense. O que tenho a ver com um clube de que não tenho nada a ver? O que quero eu com estes jogos? O que apoio? uma cor? não, as cores mudam. Uma pessoa? ninguém fica lá a longo prazo, e qual é o objectivo da "adepção"? Apoiar a todo o prazo. Não é para mim apoiar uma coisa que nunca é a mesma. Apoio a selecção porque sou português, mas dou de bom grado a vitoria a quem jogar melhor que nós. Metia-me sempre raiva os "benfiquistas" que encontrava na rua, que depois de um jogo em que perdemos porque não jogámos nada (acontecem muitos, nestes tempos), e eu dizia "bem até merecemos, os outros jogaram melhor que nós, até porque nós não jogámos nada de jeito..." e a resposta era invariavelmente "O benfica nunca joga mal, o benfica ganha sempre." Montem uma igreja! ah, esquecam, já têm uma catedral... ou tinham...
Assim, deixei de ser adepto do benfica, para ser adepto de futebol. Ainda aprecio um bom jogo, mas são difíceis de encontrar. Apesar de todo o louvor, o jogo inglês é muito técnico, o jogo espanhol e português muito distraídos e mais não tenho interesse. Mas quando estas potências futebolísticas se concentram para se batalhar, quando a créme de la créme destas nações (a nível futebolístico) é convocada para travar tal batalha, aí sim. Até porque os ingleses são assim, e nós, e os espanhóis, somos assim, mas não conseguimos esta " harmonia " quando jogamos nas nossas ligas.
Aposto que é o texto sobre futebol mais esquisito que já leram. E não, não acredito que o apito dourado seja sobre futebol. Mais política? bah.. tou a ficar enjoado.
Entretanto começou um semestre novo neste maravilhoso curso. Desta feita, apresenta-se com cadeiras que finalmente começam a aparentar ser dignas de um curso de informática. Admito, matemáticas são muito importantes, a física num ramo de informatica já deixa de perder sentido, mas va la, temos que usar a matematica em qualquer lado... mas era necessario guardar o bom para o fim? Não admira que toda a gente se vá embora no primeiro ano... não há prospectos de melhora...Enfim, desabafos. Agora já tá.
Resistiremos, perduraremos, seguirei através de todos os obstáculos que se puserem diante de mim, e olharei para eles e analisá-los-ei sempre, de forma a melhor definir para onde sigo depois.Usarei a ajuda que me for oferecida, e agradecerei o conhecimento que me for fornecido. O conhecimento é tudo e nada neste mundo. Quanto mais sei, mais sei que não se sabe nada. Não é uma questão de "Eu só sei que nada sei", é uma questão de "Eu só sei que não se pode saber nada". Mas podemos tentar. É isso que somos. É isso pelo menos que eu quero que sejamos.
O melhor anuncio
A sério, nem dá tempo de editar a fonte (font, va la, paciencia), quero mostrar-vos o anuncio que me deixou a rir durante 15 minutos.
Sem mais delongas, dou-vos:
Sem mais delongas, dou-vos:
Friday, February 09, 2007
Saturday, February 03, 2007
Purpose
Sometimes i sit... Sometimes i just sit. And let the world fly by... All the worlds... What have i become? What will be of me? What will be of us? Why do we behave in such a manner? I sometimes wish for the past... but cannot avoid regretting such a wish... if we had not the strength to kill each other, what would be of us? If we had not the strength to look above reason for a reason, what would be of us? Sometimes i wonder, would we not be better if we weren't human? What have i done to deserve this? what have i done to deserve this good i get, this ill i feel? What have you done to deserve what i have done to you? why do my fingers move with no control of my own? why do i point in the other direction? Why do my lips speak words as these? Why do i kill you, my friend, my brother?..
The motto of my life, 'I know not...'. I know not what i am, i know not why we are here, i know not what we have done. what i have done.
I know not why my eyes stare blank at one direction while this hand still smokes in another direction.
I know not what this was.
i know not what i know. i know not.
The motto of my life, 'I know not...'. I know not what i am, i know not why we are here, i know not what we have done. what i have done.
I know not why my eyes stare blank at one direction while this hand still smokes in another direction.
I know not what this was.
i know not what i know. i know not.
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